Para quem nao conhece o grupo espanhol, podemos simplificar dizendo que a rede de Lojas deste grupo está para a Espanha assim como a Fnac está para a França, embora com um mix de produtos ainda mais variado,que vai de material de construção à moda, além de livros, Eletrosom eletrônicos e afins.
A noticia de que o presidente do grupo está no Brasil visitando cidades para escolher locais para suas lojas é pra deixar algumas empresas do varejo bem atentas.
O fato do ex Jogador Mauro Silva ser o seu cicerone pelas capitais brasileiras ajuda a não deixar passar despercebida estas viagens.
Clique aqui e leia a matéria no blog do Jorge Felix no portal do IG
sexta-feira, 16 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
Vendedores de livros são nossos heróis
No dia do vendedor de livros, é preciso que prestemos nossa justa homenagem à estes guerreiros, que se desdobram para descobrir qual livro o cliente precisa mesmo quando estes não sabem o nome do livro, nem o nome do escritor nem nada... mas mesmo assim são capazes com sua memória privilegiada e visão de ultra raio X, atravessar as prateleiras, com seus poderes de telepatia lêem o subconsciente dos clientes e conseguem descobrir o livro desejado.
Com muito orgulho cresci neste mundo e poderia ficar aqui usando vários parágrafos para homenagear os mestres e mestras com quem aprendi.
À todos aqueles que tanto me ensinaram, que foram e são meus heróis, meu muito obrigado!!!!
Feliz dia do Vendedor de Livros
terça-feira, 13 de março de 2012
Sabotagem no mundo corporativo
A vida corporativa esconde armadilhas para quem ingressa em grandes empresas. Muita gente pensa que seguindo certos comportamentos comuns deste ambiente poderá se dar bem e "construir uma carreira".
Mas que carreira é essa em que as pessoas abrem mão de valores e princípios e começam a sabotar seus colegas, criam metas inatingíveis e destroem-se uns aos outros, enterram-se em reuniões intermináveis abandonando a essência que fez que a empresa fosse criada, que era atender necessidades e clientes.
Depois de ler um ótimo artigo de Thomas Wood Jr na Carta Capital, me lembrei de quantas vezes me deparei com estas situações nas empresas por que já passei.
Clique aqui e leia este texto na integra.
Redes Sociais, Vidas Privadas

Já manifestei aqui várias vezes minha paixão pelas redes sociais, o quanto elas podem fazer pelas empresas e em especial pelos livros. Mas também tenho visto alguns casos que demonstram o quanto um uso inapropriado destas maravilhas podem causar bastante problemas.
Para evitar constrangimentos, não vou citar nenhum nome, mas um prestador de serviços que estava em negociação com uma empresa muito conhecida do nosso mercado, certo de que as negociações que conduzia iriam concluir indubitavelmente em um contrato, anunciou numa destas redes que tinha fechado com esta empresa.
Como a empresa e o profissional são bem conhecidos, logo após o post publicado surgiram inúmeros comentários dando parabéns para o profissional, bem como para os contratantes, que estavam apenas esperando a reunião que seria naquele dia, para informar que infelizmente haviam mudado de planos.
Dá para imaginar o constrangimento geral?
Portanto, antes de anunciar aos quatro ventos, ou aos quatrocentos seguidores de seus perfis, uma ação, uma promoção, um contrato, lembre-se do nosso saudoso Vicente Matheus.
"O Jogo só termina quando acaba"
E nem tudo precisa ser dito...
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Big Six Publishers, Witch one will be the next?

Desde a aquisição de 45% das ações da editora brasileira Companhia das Letras pela americana Penguin, todos ficam se perguntando qual será a próxima editora do grupo chamado Big Six, que irá aportar em terras brasileiras. Composto ainda pelas editoras Hachette, HarperCollins,MacMillan, Random House, Simon & Schuster, em geral as conversas no mercado se dividem entre saber se elas vem pra comprar alguém ou para montar uma operação do zero e ainda, qual será a próxima?
O ano de 2012 que é apontado como o ano em que livro digital deverá ter presença mais relevante no mercado brasileiro, o Congresso Internacional do Livro Digital e a Bienal do Livro de São Paulo, deverão ser decisivos para sabermos as respostas para estas questões.
Alguém se habilita em fazer alguma aposta? Eu já dei aqui uma pista em quem eu aposto...
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Vem ai o 3 Congresso do Livro Digital
Nos próximos dias entra no ar o site do 3º Congresso do Livro Digital, que acontecerá novamente na FECOMERCIO.
Este ano o evento será em maio. Sugiro que façamos uma visita aos temas discutidos no último congresso, para que nos dias 10 e 11 de Maio, possamos alinhar o conhecimento e a evolução do mercado digital no Brasil., desde julho do ano passado.
Vou começar pelo fim, veja aqui o vídeo da apresentação de Ricardo Cavallero, Gerente Geral da Divisão de livros da editora italiana, Mondadori.
Foi o único que vi citar números de vendas de livros digitais na sua empresa, criamos aqui no Brasil uma cultura de não dar números, só dizer que cresceu trocentos mil % o negócio de e-books de um ano para o outro, o que é uma boa maneira de não dizer nada...
Viva o ambiente de colaboração da Internet
Quando vemos uma exemplo de espirito colaborativo da internet em uma ação que nos envolve diretamente, dá pra sentir na pele como este espirito colaborativo da grande rede é contagiante.
O Blog da Rede Brasil de Bibliotecas Comunitárias, fez uma avaliação dos quase 11 mil livros inscritos no Cadastro de Livro de Baixo Preço, conforme edital publicado pela Fundação Biblioteca Nacional e deu uma mãozinha para os bibliotecários que não tem tempo para fazer a seleção até o dia 29 de Fevereiro, data final do processo de escolha dos livros.
Clique aqui e visite o blog para ver as sugestões dos blogueiros.
Parabéns pela iniciativa
O Blog da Rede Brasil de Bibliotecas Comunitárias, fez uma avaliação dos quase 11 mil livros inscritos no Cadastro de Livro de Baixo Preço, conforme edital publicado pela Fundação Biblioteca Nacional e deu uma mãozinha para os bibliotecários que não tem tempo para fazer a seleção até o dia 29 de Fevereiro, data final do processo de escolha dos livros.
Clique aqui e visite o blog para ver as sugestões dos blogueiros.
Parabéns pela iniciativa
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Transparência, gera transparência
Olha que iniciativa bacana. O projeto de livros de baixo preço da Biblioteca Nacional tem sido desde a criação até todas as etapas de sua execução um exemplo de transparência, reuniões com as entidades de classes, profissionais do mercado e todos os agentes da operação.
Veja esta notícia publicada no Boletim da Biblioteca Nacional
Veja esta notícia publicada no Boletim da Biblioteca Nacional
| BIBLIOTECAS Cidades envolvem leitores na escolha de novos livros Os investimentos de R$40 milhões da Fundação Biblioteca Nacional no Programa de Ampliação e Atualização de Acervos das Bibliotecas de Acesso Público estão sendo acompanhados de perto pela população e imprensa de estados e municípios de todo o Brasil. Cerca de 1.700 cidades vão receber novos acervos.Além de estimular o protagonismo de bibliotecários e agentes de leitura na escolha dos títulos, o Programa da FBN tem permitido às prefeituras envolver a população: municípios têm convidado leitores a visitar o Portal do Livro da FBN e votar nos títulos que desejam consultar nas bibliotecas - exemplos anunciados por Vitória (ES) e Sumaré (SP). Confira, abaixo, na sessão Na Mídia, as reportagens mostrando o impacto positivo do Programa. |
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
O vendedor de livros frente aos novos desafios da profissão
Apresentei na semana passada uma palestra sobre os desafios que os vendedores de editoras enfrentam hoje em dia ao visitar livrarias, diante de novos concorrentes e realidades muito diferente de tudo que aprendemos nos últimos anos de como realizar este trabalho. Se quiser conhecer um pouco do que foi tratado, disponibilizo esta apresentação abaixo, agradeço se quiser enviar sugestões para melhorar este trabalho.
sábado, 28 de janeiro de 2012
À quem interessam as noticias catastróficas sobre o mercado de livros?
Sem dúvida vivemos no mercado editorial um momento histórico, que as decisões tomadas aqui irão definir no futuro quem fica e quem sai do jogo. Foi assim quando iniciou-se o processo de automação comercial em livrarias, quando começaram à surgir as megaslivrarias, quando o e-commerce ganhou volume, ou seja, sempre que há movimentos de inovações tecnológicas, mudam-se as regras do jogo. Importante lembrar que aqui estou só me referindo aos acontecimentos que presenciei nos meus 30 anos de mercado, se buscarmos na história poderemos acrescentar centenas de exemplos parecidos. Livrarias, editoras e distribuidoras são postas em xeque e assim será sempre que surgir alguma coisa que nos obrigue a fazer diferente aquilo que vinhamos fazendo sempre.
Eu vi o fim do livro ser anunciado quando surgiram as os produtos multimídia em CD-ROM (pra que serve mesmo?) quando o conteúdo gratuito na internet se disseminou, com as primeiras experiências com livro digital no início dos anos 2000 e agora, mais uma vez com a proliferação de diversos gadgets que permitem a leitura de arquivos digitais.
Corroborando os argumentos catastróficos, apresentam a diminuição de vendas do livro impresso no mercado americano e europeu, sem lembrar que estes países sofrem com uma crise financeira violentissima desde 2008. A falência da rede americana de livrarias Borders no ano passado, que sozinha contribuiu fortemente para a redução de 10% dos pontos de vendas de livros nos USA, deveu-se muito mais à má gestão da empresa, do que aos efeitos do livro digital sobre suas vendas.
O artigo que o PublishNews publicou esta semana (clique aqui para ler o artigo completo), em que as grandes livrarias brasileiras manifestam intenção de continuar seus investimentos em livrarias físicas, por si só é esclarecedor do óbvio. O varejo de livros também é regido pela saúde da economia. E a economia brasileira, para quem não sabe, vai muito bem obrigado.
Evidente que estas lojas estão investimento em e-commerce, livros digitais e diversificação de mix de produtos para atender seus clientes, porque o mundo mudou e com ele as livrarias, que não podem continuar sendo só um ponto de vendas de livros apenas.
Só não mudou a mente perniciosa de quem para se dar ares de importância, decreta o caos para que suas palavras sejam ouvidas e lidas por mais gente.
Livrarias, editoras e distribuidoras fecham não porque uma nova tecnologia surgiu, mas porque as empresas não aprendem a lidar com as mudanças e as novas exigências de seus clientes, o livro digital pode ser um amplificador do consumo de leitura, ao invés de um inimigo das empresas da cadeia.
Porque ao invés de se gastar tinta e papel, além de um entulhados de páginas hmtl, descrevendo cenários de pavor e destruição, não se debruçam sobre o elementar no nosso mercado? Empresas fracassam quando são mau geridas! Ou será que isto seria tirar a muleta de quem não quer aceitar que competência é predicado necessário também para quem quer ser editor, livreiro ou distribuidor?
Na verdade talvez seja apenas porque tocar a trombeta chame mais a atenção do que convidar à reflexão criteriosa.
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Os investimentos de R$40 milhões da Fundação Biblioteca Nacional no Programa de Ampliação e Atualização de Acervos das Bibliotecas de Acesso Público estão sendo acompanhados de perto pela população e imprensa de estados e municípios de todo o Brasil. Cerca de 1.700 cidades vão receber novos acervos.