Uma nota do blog do Luis Nassif chamou muito minha atenção (clique aqui para ler a matéria completa).
A venda em bancas do jornais mais do que cai. Despenca. Vertiginosamente.
Os três maiores jornais do país (Folha de São Paulo, Estado e Globo) tem hoje uma venda média diária de 96 mil exemplares. No início de 2009 este número era de 2.153.891 vendidos diariamente.
Isto representa apenas 4,45% da venda diária do inicio do ano.
Se você esta se perguntando o que isto tem a ver com o mundo do livro, para eu estar fazendo este post aqui em um blog do mercado de livros, vou tentar demonstrar brevemente meu ponto de vista.
Até hoje a grande maior parte das editoras brasileiras pensa que fazer marketing e divulgação de seus livros é bajular jornalista para obter uma boa resenha nestes jornais. Com uma queda tão acentuada da penetração destes veículos nos seus públicos alvos, mesmo a conquista da tão sonhada resenha de pagina inteira não tem mais, nem de longe, a importância que tinha no passado. Para onde migrou este público?
Para a Web !
Eu mesmo só manuseio um jornal impresso muito raramente, em primeiro lugar porque discordo de forma diametralmente oposta dos pontos de vistas que os chamados jornalões tem da política e da economia no Brasil, em segundo lugar porque a noticia no jornal já chega velha, em terceiro porque não tem espaço para opinar. Lembram do post anterior do Prosumer? Este é o mundo que vivemos.
Em contrapartida à queda das tiragens e das vendas do grandes jornais, aumentam as vendas dor jornais regionais. Simples, noticias do Brasil e do mundo todo nós podemos ter a qualquer momento ao alcance dos nossos mouses ou da tela do nosso celular. Mas as noticias do bairro, da cidade não.
Atenção Livrarias!
Vocês estão vendendo ou distribuindo o jornal regional? Acho que esta na hora de pensar no assunto





