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terça-feira, 14 de junho de 2011

e-Ficção ou e-Não Ficção


Sempre achei que as obras de não ficção seriam o tipo mais apropriado para ser consumido no formato eletrônico.

Vendo o tweet da Rochelle Grayson, uma das convidadas do 2º Encontro do Livro Digital que acontecerá em Julho, vi uma estatística, que pelo menos por enquanto, joga por terra tudo que eu acreditava como caminhos naturais para o livro digital.

Baseados nos dados do Bookscan ela apresentou um cenário em que os livros de ficção são os mais consumidos no formato digital, mais um vez, repito, até agora.

Uma informação no texto me chamou a atenção:

On the Kindle top 100 bestsellers (paid), there were 16 non-fiction titles.

Repare no detalhe ente parenteses, pagos. Porque evidentemente ha uma numero de downloads gratuitos que possivelmente são incluídos em estatísticas que estes downloads são contados.

De fato, ainda tem muita coisa para ser estabelecida neste negócios.

Um comentário:

Fernanda de Aragão disse...

Acho que o aumento de ebooks de não ficção se refere ao fato de que existe muita literatura cinzenta (um tipo de material acadêmico) sendo produzida nas universidades, como resultados de pesquisas. E há uma forte campanha para que esse material seja, no mínimo, disponibilizado na internet de alguma forma. Já a diminuição dos livros de ficção se referem ao fato da garantia dos direitos autorais. Independe da facilidade, do acesso e coisa e tal, mas da política do livro e do mundo literário. Mas, claro, isso é apenas uma observação minha e não um resultado de pesquisa.

Abraços
Fernanda